Nossa história
Uma empresa fundada para resolver um problema específico, não para vender um conceito
A Jangada Labs nasceu de conversas com donos de pequenas empresas em São Paulo que não precisavam de transformação digital — precisavam entender o que estava gastando o tempo das suas equipes.
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Como a Jangada Labs começou
Em 2022, dois consultores que trabalhavam com análise de operações em empresas de médio porte perceberam algo incômodo: nas visitas de diagnóstico, a maior parte dos problemas não era de estratégia — era de processo. Tarefas repetidas por três pessoas diferentes, informação que saía de um sistema e precisava ser digitada em outro, respostas padrão que levavam trinta minutos para ser escritas porque ninguém tinha registrado como fazê-las.
A pergunta que ficou foi direta: se os modelos de linguagem já conseguem redigir, classificar e extrair texto com precisão razoável, por que as pequenas empresas continuam fazendo esse trabalho na mão?
A Jangada Labs foi fundada em Jardins, São Paulo, para responder a essa pergunta de forma prática. Não como uma consultoria de estratégia de IA, mas como uma equipe que senta com o dono, entende o que de fato acontece no processo, e constrói algo que funcione dentro das ferramentas que a equipe já usa.
O nome vem da ideia de que uma jangada se move porque as tábuas estão amarradas umas às outras — não porque alguma delas seja especial. O trabalho de integração é parecido: o valor está na conexão entre as partes, não em nenhuma tecnologia isolada.
// missão
Por que fazemos isso
Tornar visível o que acontece dentro dos processos de pequenas empresas e, quando faz sentido, reduzir o trabalho repetitivo com recursos que a equipe consiga manter sem depender de nós.
// valores
O que orienta o trabalho
- Clareza antes de qualquer construção
- Documentação que permanece na empresa
- Revisão humana em todo output
- Custo de operação monitorado continuamente
// fundada
São Paulo, 2022
Rua Haddock Lobo 847, Jardins
São Paulo, SP — 01414-001
// equipe
As pessoas por trás do trabalho
Rafael Carvalho
Co-fundador · Análise de processos
Trabalhou por oito anos em diagnósticos operacionais para empresas de médio porte. Conduz as sessões de mapeamento e redige os relatórios de processo.
Letícia Mota
Co-fundadora · Integração e build
Especialista em integração de ferramentas e design de prompts. Responsável pela construção dos processos assistidos e pela entrega das notas de transferência.
Thiago Souza
Analista de acompanhamento
Cuida dos ciclos mensais de revisão, lê os logs de saída, corrige regras desalinhadas e escreve as notas de mudança para os clientes.
// padrões
Como conduzimos cada trabalho
Diagnóstico antes de qualquer build
Nenhum processo é construído sem que o mapa de fluxo esteja claro. Isso reduz o risco de construir a solução errada para o problema errado.
Privacidade de dados do cliente
Os dados usados nos processos permanecem na infraestrutura do cliente ou em provedores com termos corporativos. Documentamos qual dado passa por onde.
Revisão humana obrigatória
Todo processo que construímos inclui uma etapa onde uma pessoa da equipe aprova o output antes de qualquer ação ou envio. Nada sai sem validação.
Documentação escrita em linguagem direta
Cada entrega inclui notas escritas que descrevem o que foi construído, como ajustar e o que o sistema não deve ser pedido para decidir.
Monitoramento de custo por tarefa
Acompanhamos o custo operacional de cada processo assistido. Se o custo não se justificar frente ao trabalho que elimina, informamos o cliente.
Revisão trimestral de relevância
A cada três meses, revisamos se o processo ainda faz sentido. Processos que saíram de uso são descomissionados, não mantidos por inércia.
// contexto
Integração de IA para fluxos de trabalho reais em pequenas empresas
A maioria das pequenas empresas em São Paulo cresce sem documentar como o trabalho é feito. Quando chegam a cinco, dez, vinte pessoas, há uma estrutura que funciona — mas que depende de quem está há mais tempo para funcionar. O conhecimento do processo está na cabeça das pessoas, não em nenhum registro.
O mapeamento de fluxo que fazemos não é um exercício teórico. São duas sessões de trabalho onde acompanhamos o que realmente acontece: quem recebe o quê, onde os itens esperam, quais passos são feitos à mão por mais de uma pessoa. O resultado é um documento que a empresa pode usar independente de nós.
Quando construímos um processo assistido, conectamos um modelo de linguagem às ferramentas já em uso — caixas de e-mail, planilhas, sistemas de gestão — de forma que a equipe continue trabalhando onde sempre trabalhou. O assistente prepara, uma pessoa aprova, e o resultado sai com a supervisão que o cliente espera.
O acompanhamento mensal existe porque processos derivam. O vocabulário muda, as equipes mudam, o volume muda. Revisamos os logs, corrigimos o que saiu do lugar e documentamos cada mudança — para que o processo continue sendo um ativo da empresa, não uma caixa preta.
Próximo passo
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Uma conversa inicial não exige decisão imediata. Explicamos o que o mapeamento cobre, respondemos as perguntas do seu caso específico e você decide se faz sentido.
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